Apresentado pelo Vitória, Guilherme Lazaroni dá seu cartão de visita: “Sou um cara ofensivo”

Apresentado Vitória Guilherme Lazaroni

O barradao.com traz para você mais uma notícia do Esporte Clube Vitória.
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O Vitória apresentou, nesta segunda-feira, mais um reforço para a disputa da Série C. O lateral-esquerdo Guilherme Lazaroni, que havia sido anunciado na última semana, chegou ao clube e concedeu sua primeira entrevista coletiva como jogador rubro-negro.

Questionado sobre suas principais características, Lazaroni garantiu que o torcedor pode esperar um lateral ofensivo. Ele conta que gosta de chegar à frente e que se incomoda quando não dá assistências aos companheiros de equipe.

– Por conta da forma como eu fui criado na categoria de base, sou um cara ofensivo, técnico. Mas também, por conta de tudo isso, a gente tem obrigação de defender bem, ser um cara firme, regular atrás. Mas não abro mão de estar na frente, de chegar. Fico incomodado se eu não estiver dando assistência, que é uma das minhas principais características. Agora que estou muito ansioso, com muita vontade de estar dentro do campo. Sentir a torcida. Já vim jogar contra o Vitória aqui várias vezes. Agora sou rubro-negro também.

1 de 1 Vitória apresenta Guilherme Lazaroni — Foto: Victor Ferreira/ECV

Vitória apresenta Guilherme Lazaroni — Foto: Victor Ferreira/ECV

A contratação de um lateral-esquerdo se tornou urgente depois que Vicente rompeu o ligamento do joelho durante um treinamento. O jogador, inclusive, é um dos conhecidos de Guilherme Lazaroni dentro do elenco.

O novo lateral rubro-negro conta que já atuou com outros atletas que hoje compõem o grupo do Leão.

– Fui muito bem recebido pelos companheiros. Estou muito feliz por estar aqui. Eu vim acompanhando o Vitória também, durante o Baiano, porque também tenho amigos aqui. Tem o Luidy, o Vicente… Joguei com Luidy no Figueirense. Com o Vicente, no Sport. Agora, por último, Guilherme Queiroz, no Novorizontino. Tenho certeza de que a gente vai fazer uma grande Série C. O ambiente é muito bom. O Vitória tem estrutura que todo atleta precisa. Tenho certeza de que a gente vai fazer um grande ano e conquistar os objetivos do clube – disse.

O jogador de 29 anos estava no Novorizontino e disputou apenas dois jogos na atual temporada. Ele também acumula passagens por Ponte Preta, Sport, Figueirense e Fortaleza.

Além dos 14 reforços contratados para o início da temporada, a diretoria começa a acertar com mais jogadores de olho na disputa da Série C. O clube já tem pré-contrato com Miller e Dionísio, que têm se destacado pelo Atlético de Alagoinhas neste início de temporada.

Confira outros trechos da entrevista de Lazaroni

Tem parentesco com Sebastião Lazaroni?
– Em todo lugar que eu chego, sempre tem essa pergunta. A gente não tem parentesco próximo, mas já recebi uma ligação dele, de perguntar de onde é minha família, para ver se tem alguma coisa ligada. Tem muita coisa lá atrás, dos italianos que vieram. Mas eu não sei muito explicar como é. É um cara vitorioso, que trabalhou em grandes clubes, foi técnico da Seleção. Tive a oportunidade de conhecê-lo, mas não somos parentes próximos.

Por que bons laterais estão escassos no mercado?
– Essa escassez, acho que é por conta do nosso futebol, que tem mudado bastante. Os pontas têm feito o trabalho de lateral, de ir, voltar… E acaba também tirando um pouco do espaço do lateral. Esse é um dos grandes motivos, também. O pessoal vê, fora do país, linha de quatro, tem que defender e tal… E aqui sempre foi o contrário, lateral tem que ser um cara para frente. Por conta dessa entrada da metodologia do futebol europeu para o Brasil, acho que tem brecado um pouco os laterais aqui. Até porque eles são referências, e o pessoal está trazendo para cá, e isso está diminuindo o ímpeto do lateral, dessa liberdade. Não fui criado como lateral, sempre fui meia, meia esquerda, beirada… Virei lateral-esquerdo em 2013. O professor Marcelo Cabo fez o convite de virar um lateral. Eu fui muito bem no Campeonato Mineiro de 2013. De lá para cá, vim me sentindo bem. Já são oito anos na posição. Graças a Deus, tenho conquistado acessos, títulos, e tenho passado por grandes equipes.

Como foi a passagem pelos dois últimos clubes?
– Na verdade, cara, eu tive uma situação. Foram 19 e 20 muito boas, fui emprestado do Portimonense ao Sport, a gente foi campeão pernambucano, vice-campeão brasileiro da Série B. Em seguida, eu fui para a Ponte Preta, que foi um dos melhores anos da minha carreira em relação a números. São quase 50 jogos, gol, assistências. E, graças a Deus, eu fiz um ano muito bom lá e aí depois entrou a parte burocrática, que eu era de um clube português, e houve a briga para sair depois e tinha seis meses restantes, enfim. Depois de ficar liberado, na janela, eu assinei com o Novorizontino, um clube que tinha apresentado um projeto legal para mim, que a gente ia subir, então eu optei por ir para lá. Fui muito feliz em relação à Série C, principalmente, cheguei no 2º turno, lá foram 12 jogos que eu fiquei disponível. Foram cinco assistências e um gol, e a gente subiu para a Série B. Já no início desse ano, eu tive um problema físico, uma lesão na pré-temporada, cinco dias antes de começar o Campeonato Paulista, fiquei fora de seis a sete jogos, quando eu voltei já estava na reta final. Tive oportunidade de jogar dois jogos e vi que o ciclo estava se encerrando. Eu tinha o convite do Vitória desde o ano passado para vir, então já era um desejo do Vitória, também era um desejo meu, eu sabia que uma hora eu ia vir. Então, dessa vez, eu conversei com meu empresário, com minha família, e a gente optou por vir para cá, para subir com o Vitória, ser campeão com o Vitória, que é um clube que tem ambição, que tem uma camisa gigante. A gente não pode simplesmente vim e querer passar pelo clube. Tem que deixar alguma coisa, ainda mais aqui. Tenho vários amigos que jogaram a Série A aqui, que foram felizes aqui, que falam da grandeza do Vitória. Quem está vivendo sente mais isso. E agora quero sentir, estou aqui com vocês e a gente vai junto.

Se sente mais confortável jogando como lateral ou ala?
– Eu tive a experiência da Série C no ano passado, ainda não tinha vivenciado a competição. É uma competição muito firme, muito disputada. Várias equipes jogando por uma bola, ainda mais contra times que tem camisa, times que jogam, times que tem a bola. É um jogo bem truncado. Em relação ao Geninho, ainda não tive a oportunidade de conversar com ele. Eu já joguei como ala, já joguei a maior parte como lateral. Pois são poucos os treinadores que jogam com o 3-5-2. Para mim, é obvio que, no 3-5-2, eu estou mais perto do gol, estou mais perto da área que eu gosto de ficar. Mas eu não me preocupo tanto com isso, porque o elenco é qualificado, o professor Geninho tem uma história, onde ele vai ele sobe, onde vai ele conquista. Então, eu estou aqui disposto e disponível para ajudar ele em qualquer que seja a posição do campo, quero ajudar o Vitória a conquistar os objetivos do clube esse ano.

Jogadores que passaram pelo Vitória na Série A
– Willian Farias, a gente jogou junto lá no Sport. Yago, fez a base lá no Figueirense. Ele é mais novo que eu, mas a gente jogou junto. Juninho, também cria do Figueirense. Esses caras são os mais próximos que eu tive que tiveram aqui na Série A. Willian Farias foi um líder aqui, foi capitão, um cara sensacional. Tem bastante gente, mas os principais são esses. 

Fonte: https://ge.globo.com/ba/futebol/times/vitoria/noticia/2022/03/28/apresentado-pelo-vitoria-guilherme-lazaroni-da-seu-cartao-de-visita-sou-um-cara-ofensivo.ghtml


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