Sem espaço no Vitória, lateral é emprestado para time no Espírito Santo

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Sem espaço no time do Vitória que disputará a temporada 2022, o lateral-direito Edi Carlos, de 21 anos, já tem um novo destino. 

O atleta foi anunciado pelo Real Noroeste-ES, nesta quinta-feira (13), através das redes sociais. Formado nas categorias de base do Leão, o jogador também possui passagens pela Caldense-MG.

Buscando o retorno à Série B, o Vitória já anunciou a chegada do lateral-direito Alemão, de 31 anos, ex-Criciúma, e Iury, de 29, ex-Avaí.

 

Fonte: https://www.galaticosonline.com/noticia/14/01/2022/102820,sem-espaco-no-vitoria-lateral-e-emprestado-para-time-no-espirito-santo.html


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Análise: contra o Vasco, Vitória encarna o espírito de luta e ganha esperança na reta final da Série B

Análise contra Vasco Vitória

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Melhores momentos: Vasco 0 x 3 Vitória pela 35ª rodada do Brasileirão Série B

Demorou 35 rodadas, mas o Vitória finalmente parece ter encarnado o espírito da luta na briga contra o rebaixamento no triunfo por 3 a 0 sobre o Vasco, em partida disputada na última quarta-feira, em São Januário, pela Série B [confira os melhores momentos no vídeo acima].

O placar, construído com certa naturalidade, foi fruto de um entendimento de jogo que poucas vezes se viu por parte dos atletas rubro-negros ao longo da competição.

1 de 2 Marcinho comemora em Vasco x Vitória — Foto: André Durão

Marcinho comemora em Vasco x Vitória — Foto: André Durão

Primeiro, o entendimento tático. O gol de Marcinho, com menos de um minuto de jogo, saiu do jeito que Wagner Lopes imaginou que seria, talvez não de maneira tão precoce. Na entrevista concedida antes da partida, ele falou que esperava um Vasco com a posse de bola, no campo de ataque, mas deixou claro que sua equipe não abdicaria do ataque.

No gol, o Vitória aproveitou um erro de passe, saiu em disparada no contra-ataque e contou com a qualidade de Marcinho em um torpedo de fora da área.

Segundo, o entendimento daquilo que o jogo pedia. Era uma batalha. E, em uma batalha, você briga por cada centímetro de campo, por cada bola. Não só João Pedro, atleta de muito vigor físico, mas todo o elenco essa comprou a briga.

Por último, o entendimento do cenário do jogo. Ao marcar o primeiro gol, o Vitória jogou a torcida do Vasco contra o próprio time, mas recuou demais, a ponto de perder a oportunidade de matar o jogo cedo. Na volta do intervalo, os atletas subiram para o campo com outra postura porque entenderam que tinham capacidade de construir uma vantagem confortável para não precisar passar sufoco nos minutos finais.

2 de 2 Vitória venceu o Vasco no São Januário — Foto: Andre Durão

Vitória venceu o Vasco no São Januário — Foto: Andre Durão

O cenário dos sonhos

Marcar um gol com menos de um minuto de jogo era mais do que o Vitória queria em um jogo tão decisivo. Mas, provavelmente, foi do jeitinho que Wagner Lopes imaginou: marcação forte, forçar o erro do adversário e sair em contra-ataque. Marcinho foi o autor do golaço [confira no vídeo abaixo].

Aos 53 seg do 1º tempo – gol de fora da área de Marcinho do Vitória contra o Vasco

Do outro lado, o gol foi um duro golpe para uma equipe que cambaleia na reta final de Série B. O Vasco sentiu a pressão que veio das arquibancadas de maneira precoce.

O Rubro-Negro sentiu o cheiro de sangue e por pouco não marca o segundo, mas David, mais uma vez, estava com o pé descalibrado [confira no vídeo abaixo].

Aos 4 min do 1º tempo – finalização errada de David da Hora do Vitória contra o Vasco

Com o resultado a favor, o Vitória recuou, só que recuou demais, e deu campo para o Vasco gostar do jogo. Lucas Arcanjo precisou trabalhar para evitar o empate [confira no vídeo abaixo].

Aos 18 min do 1º tempo – defesa difícil de Lucas Arcanjo do Vitória contra o Vasco

Como não conseguiu empatar, a equipe carioca demonstrou nervosismo e, aos poucos, parou de assustar o Vitória ao tropeçar nos seus próprios erros.

Vitória deslancha e faz o Vasco sofrer

O papo no intervalo foi bom. É provável que Wagner Lopes tenha mostrado o óbvio para os atletas: "o jogo é de vocês". Com confiança, o Vitória colocou a bola no chão, se afastou da área de Lucas Arcanjo e impôs ainda mais dificuldade ao Vasco, que simplesmente não tinha forças e criatividade para articular jogadas.

Aos 23 minutos, Thalisson, de cabeça, mostrou que a fatura já estava liquidada. O gol de Marcinho, de pênalti, apenas sacramentou o resultado.

Confira o gol de Thalisson no vídeo abaixo.

Aos 23 min do 2º tempo – gol de cabeça de Thalisson do Vitória contra o Vasco

Confira o gol de Marcinho no vídeo abaixo.

Aos 32 min do 2º tempo – gol de pênalti de Marcinho do Vitória contra o Vasco

Algumas atuações precisam ser destacadas. A principal delas, a de Marcinho, autor de dois gols. No meio-campo, João Pedro brigou por cada centímetro de campo. No gol, Lucas Arcanjo foi decisivo mais uma vez.

O que parecia improvável, agora é realidade. O Vitória pode até sair da zona do rebaixamento na próxima rodada. Serão três batalhas duríssimas.

Fonte: https://ge.globo.com/ba/futebol/times/vitoria/noticia/analise-contra-o-vasco-vitoria-encarna-o-espirito-de-luta-e-ganha-esperanca-na-reta-final-da-serie-b.ghtml?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter


Análise contra Vasco Vitória


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Wagner Lopes elogia aplicação dos jogadores do Vitória após triunfo: ‘Esse é o espírito’

Wagner Lopes elogia aplicação

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Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias

O técnico Wagner Lopes não poupou elogios aos jogadores do Vitória nesta terça-feira (12), após o triunfo contra o Sampaio Corrêa (veja aqui). Na opinião dele, o Leão atuou de forma organizada, mesmo diante de uma viagem que demorou mais do que o esperado para o Maranhão, local do confronto.

 

"Jogamos no sábado, viajamos no domingo, chegamos na segunda em São Luís, um calor muito grande. Os jogadores tiveram muita superação, foram muito organizados, tivemos muito mérito nessa vitória. Essa união vai nos tirar dessa zona do rebaixamento", afirmou, em entrevista coletiva. 

 

Um lance específico, no final do jogo, chamou a atenção. Após o atacante David perder a bola, o Sampaio Corrêa criou uma boa oportunidade de gol. Logo em seguida, os companheiros foram reclamar incisivamente com o atacante. 

 

"Esse é o espírito. David tem nos ajudado, tem treinado, se dedicado, e o que acontece no campo fica no campo. Eu tinha pedido a ele para ajudar na dobra de marcação do Pimentinha. Perder a bola nem foi o problema. Ele não ajudar na recomposição, voltar com mais ímpeto, foi o problema. Os jogadores estão se cobrando dentro de campo. Esse é o espírito. Aqui dentro a gente já se abraçou no vestiário e está tudo bem", destacou. 

 

O próximo confronto do Vitória é contra o Itabaiana-SE, pela Pré-Copa do Nordeste, no Barradão, na próxima terça-feira (19). O jogo é eliminatório, e vale a chance de permanecer brigando por uma vaga na fase de grupos da competição regional. Wagner Lopes promete ir com força máxima para o compromisso. 

 

"Não tem esse lance de poupar. Vamos com o que tem de melhor. É muito importante para o clube participar da Copa do Nordeste", decretou. 

Fonte: https://www.bahianoticias.com.br/esportes/vitoria/24524-wagner-lopes-elogia-aplicacao-dos-jogadores-do-vitoria-apos-triunfo-esse-e-o-espirito.html


Wagner Lopes elogia aplicação


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Ricardo Silva relembra espírito do clássico BaVi: ” Um clima diferente”

Ricardo Silva relembra espírito do clássico BaVi: " Um clima diferente"

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O técnico Ricardo Silva esteve no Vitória entre os anos de 2008 e 2013. Com passagens como auxiliar, o profissional teve oportunidade de comandar a equipe principal em algumas oportunidades, sobretudo em 2010, quando foi campeão do Baianão e chegou na final da Copa do Brasil.

Em entrevista exclusiva aos Galáticos Online, o treinador falou sobre a semana de BaVi, relembrou clássicos históricos e os principais personagens do lado Rubro-Negro enquanto esteve na equipe.

"Disputei seis BaVis, sendo que ganhei dois, perdi dois e empatei dois. No saldo de gols eu levo vantagem, perdi por 2 a 1 e de 1 a 0 e ganhei de 2 a 0 e 1 a 0. Os empates foram 0 a 0 e 3 a 3, lembro de tudo. O clássico mais importante foi o primeiro, que foi em Pituaçu, ganhamos de 2 a 0", afirmou.

"A semana do BaVi é uma semana importante sim, porque a cidade fica sempre falando desse jogo, a gente se concentra mais assim em relação ao jogo, os jogadores também sentem que aquele é o momento. Fazer um gol no BaVi é muito importante, a comissão técnica sabe a importância desse jogo, então é um clima diferente, como se diz, é um campeonato à parte", continuou Ricardo.

Tendo passagem também pelo Bahia, Ricardo falou sobre a experiência vivida nos dois lados e ressaltou as dificuldades de disputar o clássico.

"Eu bem sei disso, pois já tive no Bahia também e sei como é difícil jogar contra o Vitória. Eu, como treinador do Vitória, sabia de tudo que podia acontecer no BaVi. O BaVi emprega, como desemprega. É um clima diferente, toda preparação é diferente. É um lance que envolve muita emoção, muita dedicação nos treinos e muita concentração também", disse.

Questionado sobre um jogador que teve passagem marcante no clássico sob o comando de Ricardo Silva, o técnico lembrou de atletas que foram ídolos da torcida do Vitória.

"Falar de um jogador só seria incoerente da minha parte, então vou falar de três jogadores que me marcaram muito. Ramon Menezes, Júnior Diabo Loiro e Neto Baiano, esses três sempre quando era BaVi eram diferentes. Ramon fazendo gols de falta, Junior fazendo aquele gol em Pituaçu, que fez a comemoração cavando a sepultura do rival e também Neto Baiano, que naquele BaVi que foi 3 a 3, fez dois gols", lembrou.

CONFIRA OUTRAS RESPOSTAS:

Torcida única

"Não era para ser torcida única, quando eu jogava, gostava de ver a Fonte Nova lotada, a torcida do Vitória de um lado, a do Bahia do outro, isso motiva também os jogadores, eu achava que devia ser torcida mista, mas o pessoal sabe mais do que a gente. Com esse lance de violência, acho melhor ter torcida única para não ter complicação. As vezes as coisas acontecem fora do estádio. Penso que para o espetáculo é bom torcida mista, mas o pessoal sabe o que faz"

Saudade de viver o clássico

"Sendo clássico, a gente sente falta da emoção, de estar ali perto, vibrando com os jogadores, com a torcida, fazendo o melhor, tirando tudo dos jogadores. Os jogadores são sempre os protagonistas, mas a gente tem que estar ali, orientando, mostrando a eles o dia a dia, a torcida, o grito de "nego" a torcida do Vitória vibrando, aquilo que é marcante, que é bonito, a gente sente falta sim, de ver o Barradão lotado"

Conquista do Campeonato Baiano de 2010

"Aquela conquista foi uma conquista que a gente nunca esquece. O ano de 2010 para mim foi muito importante, fui treinador, Alexi Portela acreditou em mim. O primeiro BaVi nós ganhamos de 2 a 0 em Pituaçu, mas no início fomos jogar em Itabuna e perdemos de 2 a 1, depois veio outros jogos, eu comecei a mostrar competência junto com os jogadores também, abraçamos uma causa e tivemos muita confiança que poderíamos ser campeões baianos e poderíamos chegar longe na Copa do Brasil, foi o que aconteceu. A gente sempre conversava sobre isso"
 

Fonte: https://www.galaticosonline.com/noticia/07/02/2020/90168,ricardo-silva-relembra-espirito-do-classico-bavi-um-clima-diferente.html


Ricardo Silva relembra espírito do clássico BaVi: " Um clima diferente"


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Carleto aponta influência em transformação do espírito do Vitória: “Mudaram o chip”

Carleto aponta influência transformação

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Carleto foi uma peça decisiva para o Vitória escapar do rebaixamento — Foto: Pietro Carpi / ECVitória

O lateral-esquerdo Thiago Carleto completou, nesta semana, cinquenta dias como jogador do Vitória. Contratado no início de outubro, ele foi decisivo para a permanência do time na Série B do Campeonato Brasileiro. Mas o desempenho em campo não foi o único fator que contribuiu para o time baiano anular o risco do rebaixamento. A influência do experiente jogador de 30 anos ajudou o grupo, que estava abalado por resultados ruins, a subir de produção.

Antes de Carleto estrear, o Vitória vinha de uma sequência de cinco jogos sem vencer, com três derrotas e dois empates. Na primeira partida que o lateral acompanhou de perto, o Rubro-Negro vencia até os acréscimos do segundo tempo, quando levou o gol de empate do Sport. Na ocasião, ele foi até o vestiário para conversar com os novos companheiros de equipe. Foi justamente neste momento que ele percebeu que, com o incentivo correto, o grupo poderia fazer mais.

– Acho que foi um ponto de partida [a chegada ao Vitória]. Senti que foi um ponto de partida para a mudança de perfil de muitos jogadores, para animar. Eu acho que eu fui usado para estar aqui e tirar o Vitória dessa situação, não fazendo gol, dando assistência. Para mostrar para esses caras que eles podiam. A essência do time é a mesma. Os guerreiros continuaram, mas mudaram o chip. Consegui através disso, na conversa. O jogo contra o Oeste, que foi minha estreia, eu estava completando 25 dias sem jogar. No dia em que me apresentei, no jogo contra o Sport, não chegou a documentação a tempo. Eu fui no vestiário, naquele jogo, eu senti que eles estavam olhando para mim de uma forma diferente. Eu fui na roda, cumprimentei um ou outro, e eu chamei o Baraka e falei: “Baraka, chama esses caras. Tem vida aqui”. E eu não conhecia o Baraka. Ali, eu senti que daríamos a volta por cima. Depois que acabou, cheguei no vestiário e estava um clima de derrota. Parecia que tinha tomado cinco dentro de casa. Foi um ponto de partida. O que aconteceu, esse gol decisivo, foi uma coisa real, de comprometimento. E eu estou feliz.

A estreia de Carleto foi na rodada seguinte, com um triunfo por 3 a 1 sobre o Oeste. Já naquele jogo, o lateral mostrou que causaria problemas aos adversários com as cobranças de falta. No total, foram dez partidas com a camisa do Vitória, e o retrospecto é bastante positivo. Com cinco triunfos, quatro empates e uma derrota, o time conseguiu 63% de aproveitamento com Carleto em campo.

Gol do Vitória! Carleto cobra falta direto para o gol e garante a vitória baiana, aos 50 do 2º

O último bom resultado do lateral pela equipe baiana foi justamente o triunfo sobre o Operário, que selou a permanência na Série B. Nos acréscimos, Carleto cobrou falta do meio da rua e marcou o gol da vitória por 2 a 1 (confira o gol no vídeo acima).

– De jogar futebol, de praticar. Dentro do campo, as coisas fluem. Você fazer um gol nos últimos 30 segundos, eu com a perna inchada, a coxa doendo, já não estava aguentando. Ofensivamente, foi um dos meus piores jogos. Eu quase não produzi, apesar do estilo do Operário ser chato, a gente estava sofrendo pressão. E, no último minuto, acontecer o que aconteceu. Eu falei com o [Everton] Sena e com o Ramon que não ia sair. É inexplicável. Mas eu sei por quê. Quando você faz as coisas com felicidade, com amor, as coisas acontecem. Eu educo meus filhos com esse perfil. Eu nunca pus a mão na minha filha, não dei um tapa, porque ela olha para mim e me conhece, se eu estou feliz, se estou triste. Desde a minha chegada, eu senti que tinha algo diferente. Poderia ser o título da Série B, que para mim foi um título.

A importância de Thiago Carleto é reconhecida por outros atletas do elenco. O lateral conta que, após o triunfo sobre o Operário, ele foi abordado por companheiros de time e recebeu agradecimentos. A postura dos jogadores causou surpresa.

– Sim, ontem, depois do jogo lá, o Lucas Cândido me chamou, falou: “Ó, Carleto. Foi um prazer, cara”. E ouvir isso de um cara que é jogador do Atlético-MG, que tem uma história boa já no futebol, jogou Libertadores, e um dos caras mais experientes ali do grupo. Todo mundo respeita ele bastante. Ele me chamou no vestiário e falou: “Uma honra ter jogado ao teu lado, porque a gente não sabe o que vai acontecer. Se amanhã a gente vai continuar, se a gente vai embora. Mas foi uma honra”. Eu falei: “A honra foi minha de estar ao seu lado”. Eu senti, sim. Não é à toa que hoje nós temos amizade, a gente já saiu para jantar, todos juntos, os jogadores, reunimos todo mundo. Várias vezes, ninguém sabe, mas a gente se reuniu, conversou. Acaba o treino, a gente sempre fica lá. Quando vai concentrar, a gente fica lá junto jogando bilhar, fica todo mundo junto, dando risada. De coração mesmo, de 100%, 90% do clube, não só os jogadores, eu senti um afago grande. Acho que, devido a esse momento que eu passei no Ceará. Foi um dos motivos de a gente ter conseguido corresponder e conseguido a permanência. Foi o afago do clube todo, dos funcionários. Pela situação em que estava, financeira, o pessoal abraçou mesmo. Eu me senti abraçado. Falei até para minha mulher. Falei: “É impressionante”. No primeiro jogo em que a minha mulher foi com as crianças, foi o jogo contra o Oeste, ela sentou lá, meu filho era bebezinho… Ela foi super bem recebida, ainda falou assim: “Como um clube com essa grandeza está nessa situação toda?”. Porque eu contei. Ela não sabe muito assim. Falei para ela: “A gente pode ser usado para poder transformar isso aqui. Talvez a gente possa ajudar”. E agora aconteceu. Se vou continuar, não sei. Mas acho que, toda vez que lembrar que o Vitória quase caiu para a Série C, vão lembrar que teve um grupo, o Carleto passou por ali e pôde ajudar. Isso que eu estou feliz.

Emprestado ao Vitória pelo Ceará, Carleto tem contrato válido até o fim da temporada. Ele já afirmou que não coloca obstáculos para renovar o vínculo e permanecer na Toca do Leão por mais tempo.

Fonte: https://globoesporte.globo.com/ba/futebol/times/vitoria/noticia/carleto-aponta-influencia-em-transformacao-do-espirito-do-vitoria-mudaram-o-chip.ghtml?utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_campaign=ge_vitoria


Carleto aponta influência transformação


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Após triunfo sobre o Brasil de Pelotas, Geninho exalta Vitória “com espírito de Série B”

Após triunfo sobre Brasil

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Confira os melhores momentos de Vitória 3 x 0 Brasil de Pelotas pela 33ª rodada da Série B

O Vitória venceu o Brasil de Pelotas por 3 a 0 na noite desta terça-feira, no Barradão [assista aos melhores momentos no vídeo acima]. Mas o placar dilatado não foi o que mais agradou a Geninho. Na coletiva concedida logo após a partida, o treinador destacou a postura da equipe dentro de campo. A boa marcação e a disposição apresentada pelos jogadores não deixaram dúvidas para o técnico: o time descobriu como jogar a Série B.

– Fizemos uma boa partida. Praticamente todo mundo se destacou. Ponto positivo como a equipe marcou, sem dar espaço, chegando forte sem ser desleal. Não deixava o adversário respirar com a bola. Espírito de Série B, que não deixa adversário jogar e, com bola, tem boa velocidade – analisou.

Os gols do Vitória foram marcados por Lucas Cândido, Everton Sena e Eron, que balançou as redes pela primeira vez como profissional. O atacante foi avaliado individualmente por Geninho, que se rendeu aos elogios.

– Eron foi um dos que têm aproveitado oportunidade. Vinha entrando bem. Primeiro jogo entrou tímido, depois… Jogo passado, ele já tinha entrado muito bem, tanto que sofreu o pênalti. Está jogando fora da posição, porque é centroavante, mas vem fazendo muito bem essa função, ajuda a recompor, dá apoio na marcação, por jogar por dentro, tem facilidade de fazer facão, entrar e jogar com o centroavante. Define bem e fez uma boa partida, boa participação, ajudou em todos os quesitos. Isso é muito bom, porque estamos perdendo jogadores importantes e quem vem vindo vem ocupando bem a vaga. Espero que, em outras partidas, os outros que estão tendo oportunidade repitam as atuações que tivemos. Se jogarmos nesse nível as partidas que faltam, tranquilamente nós atingimos nosso objetivo.

Eron foi elogiado por Geninho durante a coletiva — Foto: Letícia Martins / Divulgação / EC Vitória

O Vitória terá pouco tempo até voltar a jogar pela Série B. Na sexta-feira, o time encara o Paraná no Durival Britto. Geninho espera não ter novos problemas de ordem médica. Na última segunda-feira, Jonathan Bocão, Chiquinho e Wesley foram vetados por lesão.

– Treinamento de campo, muito pouco. Trabalhamos com esse time que começou praticamente na véspera. Jogamos, recuperamos, treinamos e jogamos. Agora vai acontecer a mesma coisa. Amanhã estamos aqui de manhã fazendo revisão medica. Espero não ter surpresas desagradáveis. Amanhã mesmo a gente já embarca. Amanhã praticamente não treina, recuperação; vai treinar quem estava no banco e não atuou. Vamos trabalhar só na véspera, em Curitiba. Tem que contar muito com entendimento do jogador no que você tenta passar, tentar mostrar a ele em vídeo, conversa. O que você quer corrigir, o que podem fazer de diferente. Fiquei muito feliz. Quando isso acontece, você fica feliz, porque o grupo está começando a entender o que você quer e, às vezes, o grupo não precisa do campo para passar. Nosso meio de campo foi muito importante, jogadores que marcavam e jogavam. Fundamental para a equipe crescer. Os dois que jogaram com Anselmo. Anselmo hoje não fugia. Felipe de um lado e Eron do outro, muita mobilidade. Van deu muito volume do lado direito.

Com o triunfo sobre o Brasil de Pelotas, o Vitória chegou aos 40 pontos e abriu seis de diferença para o Figueirense, time que abre o Z-4. Geninho confia que bastam cinco pontos para afastar de vez a ameaça de rebaixamento.

– Vamos continuar trabalhando em cima de 45. Se der com menos, muito melhor – finalizou o técnico.

Confira outras declarações de Geninho

Reação após empate com o Figueirense
– Foi outro jogo. Partida diferente da passada. Conversamos muito com eles, mostramos vídeo sobre o nosso comportamento na partida passada. Fico muito feliz quando vejo reação do grupo, que reconheceu que não fez grande partida. Diferente do jogo passado, hoje fizemos uma partida muito boa. Muitos daqueles erros que tivemos corrigimos. O time saiu jogando mais, deu menos chutão, errou menos passe, marcou melhor, se movimentou, criou mais, chegou com mais gás no ataque. Melhoramos muito de um jogo para outro. Em cima disso, resultado muito melhor do que o passado. Na minha opinião, enfrentamos um adversário bem arrumado, com muitas vitórias fora de casa. Muito importante. Fizemos três e podíamos ter feito mais. Não seria nada errado dentro do que a equipe fez se tivéssemos feito pelo menos mais dois gols. Sofremos pouco. Adversário chegou pouco na minha área. Equipe jogou com mais personalidade. Quem teve oportunidade aproveitou. Nós vínhamos com time na última perdemos três jogadores. Time acabou não se abalando. Bom. Sinal de que estão todos focados. Demos um passo muito importante para atingir nosso objetivo.

Bola parada
– Algumas dá tempo de treinar. A primeira de bater e um buscar e depois tentar cruzar ou bater no gol, tínhamos treinado. A jogada do Van foi conversada. Vi que, no rebote, na primeira jogada que fizemos, um dos rebotes acompanhou o jogador que ia buscar a bola. O outro ficou estático, então ficou espaço grande na entrada da área. Conversamos para quem estivesse do lado esquerdo levasse jogador mais para a esquerda, para abrir espaço, que um fosse buscar a bola e essa bola fosse levada na entrada da área. O Van não acreditou quando viu a bola livre na cara dele. Se tivesse batido com força, provavelmente faria o gol. Aconteceu, porque Calerto é inteligente e os outros acompanharam a movimentação de maneira perfeita. Não é sempre que acontece no futebol, de você demostrar algo nos “botões”, no intervalo e a coisa ir para dentro e acontecer. Às vezes você vê um buraco durante o jogo, o adversário apresenta uma oportunidade para você aproveitar, que não vinha acontecendo nos vídeos. Em cima de uma movimentação sua, você abre uma nova oportunidade. Tentamos arriscar. Se a jogada não desse certo, eu não poderia cobrar. Quase que deu. Se desenhou bem, só não terminou bem. É muito bom ter alguém como Carleto, que tem facilidade de assimilar, iniciativa… Carleto faz algumas jogadas que ninguém treinou nem pediu. Sente a situação e tenta. É muito bom ter, principalmente em jogada de bola parada, um jogador que tenha essa iniciativa.

Fonte: https://globoesporte.globo.com/ba/futebol/times/vitoria/noticia/apos-triunfo-sobre-o-brasil-de-pelotas-geninho-exalta-vitoria-com-espirito-de-serie-b.ghtml


Após triunfo sobre Brasil


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Árbitro do Espírito Santo apita partida entre Vitória e Figueirense

Árbitro Espírito Santo apita

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Foto: Divulgação

O árbitro capixaba Dyorgines José Padovani de Andrade foi designado pela CBF para apitar a partida entre Vitória e Figueirense, sábado (2), às 16h30, no Barradão, válido pela 32ª rodada da Série B.

 

Dyorgines será auxiliado por Fabiano da Silva Ramires e Katiuscia Berger Mendonça, ambos do Espírito Santo.

 

Funcionário público, Dyorgines José Padovani tem 40 anos e ingressou no quadro da CBF em 2011. Essa será a primeira partida do Vitória que ele irá apitar nesta temporada.

 

Com 36 pontos, o Vitória ocupa a 15ª posição na Série B, já o Figueirense tem 32 e aparece em 17º.

Fonte: https://www.bahianoticias.com.br/esportes/vitoria/21843-arbitro-do-espirito-santo-apita-partida-entre-vitoria-e-figueirense.html


Árbitro Espírito Santo apita


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