Com bom retrospecto contra equipes da Série A em 2020, Vitória visita o Ceará pela Copa do Brasil

retrospecto contra equipes Série

O barradao.com traz para você mais uma notícia do Esporte Clube Vitória.
Aqui você fica sabendo das notícias publicadas nos quatro maiores sites esportivos do Estado da Bahia, confira abaixo o que acabou de sair na mídia.

Vitória enfrenta o Ceará na noite desta quinta-feira — Foto: Letícia Martins/E.C. Vitória

O time principal do Vitória está invicto na temporada 2020. E ninguém pode dizer que o caminho sem derrotas foi trilhado com adversários de nível técnico inferior. Os três primeiros jogos do ano foram contra equipes que estão na Série A do Campeonato Brasileiro. Contra Fortaleza e Sport, o placar terminou empatado. Já o clássico Ba-Vi teve o Leão como vencedor.

Nesta quinta-feira, o Vitória defenderá a invencibilidade contra mais uma equipe da elite do futebol nacional. Às 19h15 (de Brasília), o time comandado por Geninho enfrenta o Ceará, no Castelão, pela terceira fase da Copa do Brasil.

Seguir na Copa do Brasil é de grande importância para o Vitória, que vive momento financeiro delicado. As premiações das fases anteriores foram utilizadas pelo clube para quitar salários atrasados com funcionários e jogadores. Se conseguir avançar para a quarta etapa, o clube embolsará mais R$ 2 milhões.

Para defender a invencibilidade e seguir vivo na Copa do Brasil, o Vitória não contará com uma peça importante para o setor defensivo. O zagueiro Maurício Ramos se lesionou após uma dividida no empate em 1 a 1 com o ABC, no último domingo, e foi diagnosticado com um problema no ligamento colateral do joelho direito. Fora de ação, ele deve ser substituído por John.

Com a mudança, o time baiano terá uma defesa jovem para a partida desta quinta-feira. John tem 18 anos, enquanto João Victor, que foi titular em todas as partidas da equipe principal na temporada, tem 22. Reserva, Carlos não fica atrás. O atleta que estava no time sub-23 tem apenas 19 anos.

Outro problema é o goleiro Ronaldo, que se queixou de dores e foi vetado momentos antes do embarque para Fortaleza. Lucas Arcanjo será o titular

A tendência é que Geninho escale o Vitória com Lucas Arcanjo; Van, John, João Victor e Thiago Carleto; Guilherme Rend, Gerson Magrão (Jean) e Rodrigo Andrade; Vico, Alisson Farias e Léo Ceará.

A partida de volta entre Vitória e Ceará está marcada para a próxima quarta-feira, às 19h15, no Barradão, em Salvador.

O jogo

Ceará x Vitória, jogo de ida da 3ª volta da Copa do Brasil;
Onde:
Castelão, Fortaleza;
Quando: quinta-feira, 12 de março;
Horário: 19h15 (de Brasília);
Provável escalação do Vitória: Lucas Arcanjo; Van, John, João Victor e Thiago Carleto; Guilherme Rend, Gerson Magrão (Jean) e Rodrigo Andrade; Vico, Alisson Farias e Léo Ceará;
Desfalques do Vitória: Martín Rodríguez, Ronaldo, Gabriel Furtado, Maurício Ramos, Fernando Neto e Jordy Caicedo, machucados;
Pendurados: Ninguém;
Arbitragem: André Luiz de Freitas Castro é o árbitro escalado para a partida. Ele será auxiliado por Leone Carvalho Rocha e Hugo Savio Xavier Correa.

Fonte: https://globoesporte.globo.com/ba/futebol/times/vitoria/noticia/com-bom-retrospecto-contra-equipes-da-serie-a-em-2020-vitoria-visita-o-ceara-pela-copa-do-brasil.ghtml


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Chegou a hora! Brasileiro Feminino Série A1 começa neste sábado; confira o guia das equipes

Chegou hora! Brasileiro Feminino

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Byanca Brasil, Glaucia, Andressinha e Angelina disputam a competição — Foto: infoesporte

Vai começar! O Brasileiro feminino Série A1 começa neste sábado com uma edição que promete ser uma das melhores de sua história. Com nomes conhecidos como Cristiane, Andressinha, Byanca Brasil e Glaucia, a competição tem tudo para corresponder às expectativas de nível elevado. Muitas atletas optaram até mesmo por não seguirem para o exterior e permanecerem no país pela valorização da disputa. O torneio chega em sua oitava edição com 16 participantes. Corinthians, Santos, Flamengo, Vitória-BA, Ponte Preta, Ferroviária, São José, Avaí/Kindermann, Iranduba, Audax, Minas ICESP-DF e Inter seguem na primeira divisão, enquanto São Paulo, Palmeiras, Cruzeiro e Grêmio subiram no ano passado da Série A-2.

Atual campeã, a Ferroviária vai em busca do seu terceiro título do campeonato – ganhou em 2014 e 2019. Centro Olímpico (2013), Rio Preto (2015), Flamengo (2016), Santos (2017) e Corinthians (2018) são os outros campeões. O sistema de disputa tem todas as equipes na mesma chave. Os oito melhores colocados se classificam à segunda fase, quando serão disputadas em formato de mata-mata, iniciando pela quartas de final.

— Foto: infoesporte

Sob o comando de Tatiele Silveira, a Ferroviária começa o Brasileiro feminino Série A1 defendendo seu título de 2019 – é a única que possui dois troféus da disputa, o outro tendo sido assegurado em 2014. Para isso, a atual líder do ranking feminino da CBF garantiu a permanência de sua estrela Aline Milene e ainda assegurou a chegada de Chú, que estava na China e tem sido presença nas convocações de Pia Sundhage na Seleção. Destaque ainda para a goleira Luciana, decisiva na conquista do ano passado. Veio também Patrícia Sochor, ex-Santos. Outros nomes: a atacante Elisa, a meia Sâmia, a lateral esquerda Bruna Natiele e a volante Amanda Brunner. Saíram Nathane, titular, e outras sete jogadoras: Gabi Lopes (meia), Gabi Arcanjo (lateral-direita), Isabela (lateral direita), Kamilla (atacante), Nathane (atacante), Vitória (meia), Sabrina (lateral-direita) e Ana Flávia Pissaia (Meia). A organização administrativa também atrai as jogadoras que acertam com a equipe. Todas recebem de acordo com a CLT há três anos. A estreia ocorre neste sábado, na Fonte Luminosa, onde o time mandará seus jogos, diante do Audax, às 17h (de Brasília).

— Foto: infoesporte

Campeão da Libertadores e do Paulista em 2019, o Corinthians entra na competição com a missão de assegurar o título que deixou escapar no ano passado – perdeu nos pênaltis para a Ferroviária. Um reforço em especial mostra que o clube está sempre em busca do nível mais alto. Mesmo com estrelas como Tamires, Erika e Gabi Zanotti, o time fez questão de contratar Andressinha, que estava no Portland Thorns. Outros reforços vieram: Pâmela, Poliana e Gabi Portilho. A única que deixou o elenco foi Millene. Aliás, todas atletas do grupo têm carteira assinada, algo que até pouco tempo era raro no futebol feminino do Brasil. Sob o comando do técnico Arthur Elias, a equipe estreia diante do Palmeiras, domingo, às 14h (de Brasília), em Vinhedo. Quando mandante, o Timão colocará seus jogos, em sua maioria, na Fazendinha.

— Foto: infoesporte

O Flamengo perdeu algumas atletas importantes no elenco, entre elas, Dany Helena, eleita melhor atacante do Brasileiro de 2018. No total, saíram outras oito jogadoras: Day, Fernanda Palermo, Bia Menezes, Gaby, Sâmia Pryscila, Raiza, Andressa e Larissa. Chegaram sete: Carlinha, Edna Baiana, Dantas, Michele Carioca, Jayanne, Kelly e Annaysa. O clube ainda pegou três atletas da base para o time principal: Mariana, Thalita e Tainá. O time busca ainda mais dois reforços para a temporada. Os destaques ficam por conta da goleira Kaká e da atacante Flavia. A estreia será diante do Santos, no Ulrico Mursa, sábado, 17h (de Brasília). Como mandante, o clube informa que, a princípio, colocará as partidas no Edson Passos, estádio do América.

— Foto: info esporte

Com a goleira da seleção brasileira Bárbara no gol, o Avaí/Kindermann almeja algo maior na temporada 2020. Comandada por Jorge Luiz Barcellos Martins, a tradicional equipe do futebol feminino contratou sete atletas – Karen, Bebel, Bruna Rechi, Sara, Bárbara Melo, Larissa e Karina – e teve a saída de quatro jogadoras. Atualmente, 11 têm carteira assinada e outras 15 contam com vínculo não profissional. A estreia será diante do Vitória, no sábado, às 15h (de Brasília), no estádio Carlos Alberto da Costa Neves, em Caçador. Algumas partidas também serão realizadas na Ressacada, me Florianópolis.

— Foto: infoesporte

A estrela da equipe em 2020 é Cristiane, que deixou o São Paulo. Apesar do grande reforço, as Sereias da Vila perderam 19 atletas que estavam na temporada 2019. Chegaram outras 15. Isso indica que o técnico Guilherme Giudice precisará novamente formatar um esquema de jogo com tantas trocas. Ainda subiram seis jogadoras da base, que completam um elenco de 28 nomes – todas com carteira assinada, 13º salário, férias e os direitos da CLT. Aliás, a regra vale desde o retorno da modalidade em abril de 2015. A prioridade do clube é levar os jogos para a Vila Belmiro, mas a estreia será no Ulrico Mursa, em Santos, sábado, às 17h, diante do Flamengo. Há a possibilidade de alguns confrontos também no Pacaembu.

— Foto: infoesporte

O Grêmio passou por uma grande mudança para a temporada 2020. Saíram 16 atletas e chegaram oito. Entre os nomes contratados está o da lateral direita Isa, com passagem marcante pela Ferroviária. Também figurou nos elencos de Ponte Preta, Audax, Vitória-BA e o União Desportiva Alagoana. Outro destaque fica por conta de Marta, que já passou por Rio Preto, Ceará e Foz Cataratas. Nome importante no elenco, Karina permaneceu e será decisiva para as ambições da treinadora Patricia Gusmão com o grupo, que há dois anos conta com carteira assinada. A estreia será contra o Minas Icesp, sábado, 17h (de Brasília), no Francisco Novelletto, antigo estádio Passo D'Areia.

— Foto: infoesporte

Desde que voltou com seu futebol feminino, o Inter evolui ano a ano em busca do topo. Para 2020, assegurou a volta de Byanca Brasil, campeã do Gauchão com a equipe em 2017 e destaque do Corinthians no mesmo ano. E não parou por aí com os reforços de peso. Destaque do Iranduba, Djenifer também foi contratada, assim como Kemelli. Sem contar nomes fortes que permaneceram como Fabi Simões e Bruna Benites. A comissão técnica ganhou uma nutricionista, um auxiliar de campo, um supervisor, uma médica e um fisioterapeuta. Também ocorreu troca na preparação das goleiras. Subiram meninas que fizeram parte do sub-18 no ano passado como Mayara, Isa Haas, Belinha, Malu, Julia, Jheniffer, Queila e Tai. Saíram 11 atletas: Baiana, Camila Duarte, Camila Rodrigues, Fernanda, Flavinha, Gabi Batista, Ilana, Kika, Mariana Stefani, Moretti e Mylena. Todas elas têm carteira assinada e todos os benefícios. A estreia do Inter será no Estádio do Vale, em Novo Hamburgo, diante do São José, domingo, às 15h.

— Foto: infoesporte

O São Paulo teve a saída de Cristiane, além de Ary e Ottília. Importantes desfalques para a temporada. Porém, o campeão da Série A2 do Brasileiro 2019 não ficou para trás e assegurou um grande reforço, Glaucia, eleita melhor atacante de 2019 do Brasileiro e destaque das Sereias da Vila, além da permanência de Yaya. No total, o elenco conta com 26 atletas – 13 são remanescentes, 5 subiram da base (Rafaela, a zagueira Lauren, a volante Cris, Giovaninha e Emily) e 8 foram contratadas, todas com carteira assinada desde 2019. As novidades foram a goleira Thaís Helena, a zagueira Gislaine, a lateral-esquerda Dani, Duda, Glaucia, Kamilla, Carol e Mylla. Saíram 18 jogadoras. A princípio, o tricolor paulista mandará seus jogos em Cotia. A estreia será diante do Cruzeiro, na segunda-feira, dia 10, às 19h (de Brasília), no Estádio das Alterosas, em Belo Horizonte.

header cruzeiro — Foto: infoesporte

Vice-campeão do Brasileiro feminino Série A2 em 2019, o clube buscou formar o elenco de acordo com o modelo de jogo pretendido e também com nomes com experiência na Série A1. Até o momento chegaram 10 atletas e saíram 12 da formação do ano passado. Os principais nomes são Duda, Micaelly e Maryana, que estarão sob o comando do treinador Jorge Victor. Quase todas têm carteira assinada em regime CLT. Apenas Letícia e Ana Luiza ficam fora desse número, pois foram admitidas com contrato formador. A Raposa fará seus jogos no Estádio das Alterosas – Sesc Venda Nova, em Belo Horizonte, justamente o local da estreia diante do São Paulo, dia 10, às 19h (de Brasília).

— Foto: infoesporte

Tradicional time no futebol feminino, o elenco do São José passou por uma reformulação. Foram sete renovações e 17 contratações. Entre as perdas, está a lateral direita Poliana, principal nome do ano passado e que foi para o Corinthians. Chegaram 17 atletas e saíram 15. Artilheira do São José no Brasileiro de 2019 com oito gols, Fernanda Tipa é a esperança da equipe para balançar as redes sob o comando do técnico Adilson Galdino dos Santos. É a segunda passagem do treinador pelo São José Futebol Feminino, tendo sido tricampeão da Libertadores e campeão da Copa Nestlé no Japão (que não contou com o campeão europeu). O São José participa da competição com uma equipe formada por atletas amadoras. O elenco recebe recursos da Prefeitura de São José dos Campos por meio do Fadenp (Fundo de Apoio ao Desporto Não Profissional), na forma de bolsas-auxílio. As despesas de custeio da competição são cobertas pela LIF (Lei de Incentivo Fiscal) do município. Os jogos serão realizados no Estádio Martins Pereira. A estreia será fora de casa diante do Inter, no Estádio do Vale, em Novo Hamburgo, no domingo, às 15h (de Brasília).

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O Palmeiras foi forte ao mercado em uma nova visão do futebol feminino em 2020. Chegaram ao clube oito atletas: a goleira Karen, a zagueira Agustina, a polivalente Rosana, as meio-campistas Angelina, capitã da seleção sub-20, Ary Borges e Stefany e as atacantes Ottilia e Monica. Ary e Ottilia justamente foram destaque em 2019 do rival São Paulo e acabaram se transferindo para o time alviverde. As jogadoras possuem no clube dois modelos de contrato: o contrato por imagem ou CLT. A escolha do tipo de vínculo fica por conta de cada uma. Na temporada passada, a equipe fez 30 jogos, com 16 vitórias, oito empates e seis derrotas, além de 65 gols marcados e 22 sofridos. A estreia no Brasileiro já é logo em um clássico diante do Corinthians. A partida pode ser conferida no estádio Nelo Bracalente, em Vinhedo-SP, às 14h deste domingo.

— Foto: infoesporte

Todo o elenco da Ponte Preta foi modificado para a temporada 2020. A equipe já tem uma base treinando desde o ano passado. A média de idada do grupo está em 22 anos. Para reforçar o elenco, foram asseguradas quatro contratações. Dandara é a posta da equipe comandada por Fábio Fukumoto. Como é o primeiro ano da atual direção, foi escolhido por ela fazer contrato de prestação de serviços com as jogadoras. A estreia no Brasileiro já será em um grande palco. O jogo ocorrerá no Moisés Lucarelli, em Campinas, diante do Iranduba, domingo, às 15h (de Brasília). Os outros jogos ocorrerão, a princípio, como mandante em Águas de Lindóia.

— Foto: infoesporte

Antigo parceiro do Corinthians feminino, o Audax assegurou a chegada de 16 atletas para a formação da equipe. Todas as atletas que estavam em 2019 saíram e permaneceu apenas Mineira. O clube não assina a carteira de trabalho e trabalha com vínculo de quatro meses. Os jogos em casa serão realizados no estádio Municipal José Liberatti, em Osasco. A estreia é fora de casa diante da atual campeã Ferroviária, na Fonte Luminosa, em Araraquara, neste sábado, às 17h.

header esporte vitoria — Foto: infoesporte

O Vitória vai para a competição com uma equipe basicamente formada pela base do clube. O técnico Lucas Grillo busca manter a média de participações – em 2019 terminou em 9º na classificação geral. Raissa, artilheira do campeonato sub-18, será aproveitada no grupo. O clube conta ainda com jogadoras chamadas por Smone Jatobá na seleção sub-17: Jamille Agapito, Laísa Eduarda, Stephanie e Emille. A estreia é diante do Avaí/Kindermann, no Estádio Carlos Alberto Costa Neves, em Caçador, neste sábado, às 15h.

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O Minas/ICESP optou por montar um elenco mais experiente em relação a 2019 e também mais ofensivo. Para a mudança, saíram oito atletas e chegaram 12. Os principais nomes do elenco são Katrine da Silva, ex-Grêmio, e a meia Bárbara, ex-Flamengo, eleita a melhor jogadora do Mundo nos Mundiais Militares. As comandadas do técnico Singo Santos ainda não têm carteira assinada no clube e funcionam pela forma de vínculo e não CLT. Os jogos do time do Distrito Federal em casa ocorrerão no estádio Bezerrão. A estreia é diante do tricolor gaúcho, no sábado, às 17h de Brasília), no estádio Francisco Novelletto, em Porto Alegre.

— Foto: infoesporte

O Iranduba perdeu sua grande estrela para a temporada 2020. Djenifer deixou o clube e seguiu para o Internacional. Além dela, Amanda Brunner também saiu. Em relação ao grupo, 14 atletas renovaram – eram da equipe sub-18 – e outros 16 reforços chegaram ao time amazonense – todas com carteira assinada -, que tem tradição de chegar às fases finais do Brasileiro. O clube espera melhorar a campanha depois de um 2019 abaixo das expectativas. Os jogos do time comandado por João Carlos Cavalo ocorrerão no estádio da Colina e também na Arena da Amazônia, onde o Iranduba já colocou grandes e históricos públicos. A estreia é no Moisés Lucarelli diante da Ponte Preta, no domingo, às 15h (de Brasília).

Colaboraram: Carlos Neto, Filipe Marques, Isamara Fernandes, Carina Avila.

Temporada 2020 do futebol feminino brasileiro começa com novidades e expectativas altas

Fonte: https://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-feminino/noticia/chegou-a-hora-brasileiro-feminino-serie-a1-comeca-neste-sabado-confira-o-guia-das-equipes.ghtml


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Em luta contra o Z-4, Vitória tenta melhorar desempenho contra equipes da “zona do desespero”

contra Vitória tenta melhorar

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Vitória encara o Figueirense neste sábado, no Barradão — Foto: Letícia Martins/Divulgação/E.C. Vitória

A três triunfos de alcançar a pontuação desejada para permanecer na Série B, o Vitória tem a derradeira chance de melhorar o desempenho contra equipes que estão abaixo dele na tabela e que, consequentemente, são adversários diretos na luta contra o rebaixamento. Neste sábado, o Rubro-Negro recebe o Figueirense, partida marcada para 16h30 (horário de Brasília), no Barradão, válida pela 32ª rodada da competição.

Na 15ª posição na tabela, o Vitória já enfrentou quatro dos cinco times que estão abaixo dele neste segundo turno, com retrospecto de duas derrotas, um triunfo e um empate.

Duelos contra rivais diretos no 2º turno

Derrotas Vitória Empate
Vitória 0 x 1 Londrina Vila Nova 0 x 2 Vitória Criciúma 1 x 1 Vitória
São Bento 2 x 0 Vitória

Vencer o Figueirense, portanto, seria um passo largo rumo à permanência na Segundona, já que a equipe subiria na tabela e, de quebra, abriria distância de sete pontos para o Z-4.

O Vitória tem 36 pontos; o Figueira, 32.

O técnico Geninho trabalha com a ideia de alcançar 45 pontos para se livrar do risco de queda. Para atingir essa meta, são necessárias mais três vitórias. Depois do Figueirense, o Leão encara o Brasil de Pelotas, outro jogo no Barradão.

E, na sequência, os adversários até o fim da Série B são: Paraná, CRB, América-MG, Operário-PR e Coritiba.

O Vitória corre para recuperar completamente o atacante Jordy Caicedo, que ainda sente a dor na região pubiana que quase o tirou do jogo contra a Ponte Preta, na última rodada. Ele entrou na segunda etapa e marcou o gol do triunfo. O lateral Van é outro que ainda se recupera, este de uma lesão na coxa.

Fonte: https://globoesporte.globo.com/ba/futebol/times/vitoria/noticia/em-luta-contra-o-z-4-vitoria-tenta-melhorar-desempenho-contra-equipes-da-zona-do-desespero.ghtml


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Análise: Vitória é atropelado pelo Fortaleza, e um abismo se revela entre as equipes

Vitória foi eliminado na Copa do Nordeste após eliminação na Copa do Nordeste — Foto: JL Rosa

Vitória foi eliminado na Copa do Nordeste após eliminação na Copa do Nordeste — Foto: JL Rosa

Um abismo separa Fortaleza e Vitória. Não há paridade de forças. Não houve qualquer sinal de competitividade. A equipe de Rogério Ceni simplesmente passou o carro em cima de um fragilizado Rubro-Negro, que em momento algum esboçou reação. Não é exagero dizer que o resultado de 4 a 0 ficou barato. Os baianos deixam a Copa do Nordeste com um saldo de sete empates e duas derrotas.

A expectativa de um jogo difícil se confirmou desde os primeiros minutos, de domínio absoluto do Fortaleza, que colocou a bola no chão e fez o Vitória correr de um lado para o outro. Cláudio Tencati optou por um jogo reativo, com as linhas de marcação recuadas, apostando em uma saída rápida para o contra-ataque. Não aconteceu.

Um dos grandes problemas está justamente na escalação. Não dá para jogar pelo contra-ataque sem ter em campo um jogador que te dê a opção de velocidade pelos lados. Yago e Andrigo, atuando pelas pontas, e Ruy, centralizado, definitivamente não são esses atletas. Com o contrato perto do fim, Erick sequer foi relacionado. Nickson ficou no banco.

A transição do Vitória da defesa para o ataque é uma completa vergonha. Se tinha dificuldade para puxar contra-ataques, a situação piorava quando o Rubro-Negro encontrava a defesa adversária montada, com suas linhas bem compactadas negando espaços. A bola rodava entre zagueiros e laterais, sem que volantes e meias se apresentassem para melhorar a construção das jogadas.

Do outro lado, o oposto. Organizado, o Fortaleza tinha uma boa transição da defesa para o ataque, com excelente participação dos volantes, mas pecava quando chegava perto da área. A solução encontrada foi alçar bola na área. Antes de Júnior Santos vencer com facilidade o combate de Edcarlos (se é que assim se pode chamar) e abrir o placar, Wellington Paulista já havia aparecido livre, mas errou o movimento do cabeceio.

O segundo gol da equipe cearense surgiu a partir de uma transição muito bem organizada, um contra-ataque de manual. A rápida troca de passes que logo colocou Osvaldo no mano a mano com Jeferson mostrou como a diferença entre os dois times. Júnior Santos marcou mais um.

O Vitória não chutou sequer uma bola na direção do gol durante a primeira etapa, de acordo com números do footstats.

A verdade é que o Fortaleza foi senhor do jogo do primeiro ao último minuto. Castigou o Vitória com uma marcação forte, venceu a maioria das divididas e, por ser uma equipe extremamente compacta, ainda ficou com todas as segundas bolas.

Tivesse um pouco mais de fome de gol e precisão, a equipe de Rogério Ceni sairia do Castelão com uma goleada histórica. Acredite, torcedor: bem pior do que foi. Com o emocional em frangalhos, os jogadores do Vitória acusaram o golpe, passaram a errar passes em demasia e facilitaram a vida do adversário, que encontrava generosos espaços no campo ofensivo. Assim Edinho fez o terceiro. E Dodô fechou a conta em linda cobrança de falta.

Ao fim do jogo, o Vitória somou apenas uma finalização no alvo, e foi em uma cobrança de falta que não deu trabalho a Marcelo Boeck. O goleiro do Fortaleza, por sinal, pode guardar o uniforme para o próximo jogo, já que não o sujou.

Uma derrota que reflete o que foi esse primeiro semestre tenebroso do Vitória. E fica o aviso: antes mesmo de começar a Série B, é preciso ligar o sinal de alerta. Há muito trabalho pela frente, e essa equipe precisa ser reconstruída.

Fonte: https://globoesporte.globo.com/ba/futebol/times/vitoria/noticia/analise-vitoria-e-atropelado-pelo-fortaleza-e-um-abismo-se-revela-entre-as-equipes.ghtml

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