Carpini diz que Matheusinho jogou machucado e explica confusão: "Emoções à flor da pele"

Carpini segue otimista Vitória

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O Vitória até pressionou, mas amargou o vice-campeonato baiano ao ficar no empate em 1 a 1 com o Bahia, na tarde deste domingo. No Barradão, o Rubro-Negro abriu o placar com Claudinho, pressionou, mas viu Kayky anotar para os visitantes nos acréscimos.

Na entrevista coletiva após a partida, o técnico Thiago Carpini fez uma avaliação positiva da campanha do time.

– Não conseguimos o objetivo maior, que era o título, mas muita coisa positiva no trabalho. Enfrentamos uma equipe de nível de Libertadores, tem muito saldo positivo nisso. Claro que fica a chateação, queríamos fechar essa campanha com o título. Uma campanha muito boa, apenas uma derrota. Essa derrota culminou no título do adversário, que construiu no jogo de ida, quando as coisas não aconteceram. Aqui a gente voltou a ser o Vitória. Infelizmente foi nos detalhes, tivemos bola na trave, finalização do Baralhas dentro da área quando estava 1 a 0, dois ou três contra-ataques que pediam escolhas melhores.

– Boas defesas do goleiro, principalmente na cabeçada de Janderson bem no chão. Se esse gol tivesse saído um pouquinho antes, a gente teria conseguido, com o apoio do torcedor, um placar que pelo menos levasse para os pênaltis. Sabíamos que a dificuldade era grande mas estávamos muito confiantes – completou.

A partida foi tensa e terminou com quatro jogadores expulsos (Cauly, Caio Alexandre, Danilo Fernandes e Zé Marcos). No fim, o técnico Thiago Carpini também se desentendeu com o adversário.

"Apesar da não conquista do título, o resultado nos deixa otimistas com a continuidade do Vitória na temporada. Estamos num caminho muito bem preparados. No pós-jogo… clássico né? Clássico grande, emoções à flor da pele, isso acontece. Acabou, ficou ali, nada a acrescentar ou ressaltar. É o tamanho da rivalidade e da energia do jogo".

Carpini também explicou a utilização do meia Matheusinho, que voltou a ser titular pela equipe após seis jogos. Segundo o treinador, o jogador "não reunia condições físicas para ajudar".

– Matheusinho jogou porque é o Matheusinho. Quer muito jogar, muito ajudar. Eu tentei encontrar uma maneira de preservar ele um pouco. Ele ainda está machucado, tem a lesão. Ele não teve transição, saiu do DM para o jogo. Ele está machucado e se colocou à disposição para ajudar. Corremos esse risco juntos, eu, ele e o departamento médico. Para ter um cara com qualidade que pudesse ajudar. Mesmo com problemas físicos, tentei encontrar uma maneira de aproveitar ele. Ele não reunia condições físicas para ajudar hoje. Ele só treinou um dia com o grupo e jogou hoje. Então enaltecer o trabalho desse atleta é que é muito importante para nós. Mas não sei quando vamos poder contar com ele. Tentar recupera para o sábado, se não for possível, que seja para a estreia da Sul-Americana.

Após amargar o vice-campeonato, o Vitória volta a campo nesta quarta-feira, pela última rodada do Grupo A da Copa do Nordeste, em jogo que vale a liderança. O adversário será o Moto Club-MA, no Estádio Castelão, onde a bola começa a rolar a partir das 21h30 (de Brasília).

Thiago Carpini em entrevista coletiva — Foto: Gabrielle Gomes

Veja outras falas da entrevista coletiva de Thiago Carpini:

Torcida
– Queria valorizar o torcedor e a festa que foi feita. A presença do público contagia dentro de campo. Nos sentimos mais fortes e preparados para qualquer competição no Barradão. Valorizar a entrega dos meus atletas, o quanto competiram, se doaram e fizeram tudo que foi proposto.

Méritos do Vitória
– Acho que não foi o adversário que abriu mão da proposta. Eu vejo que foi mais mérito do Vitória de neutralizar bem os pontos positivos do adversário, de conseguir empurrar o Bahia para o campo de defesa, de ter a primeira e a segunda bola. Claro que no final ali já estávamos no tudo ou nada. Acabamos muito expostos. Mas é assim que eu vejo. Não acho que o Bahia abriu mão de jogar. O Bahia não conseguiu jogar nossa casa.

O que aconteceu na confusão
– A confusão, como eu falei, os nervos à flor da pele. A gente entra para o “deixa disso”, para tentar separar. Ali não tinha como. Na primeira [confusão] acho que a gente entrou um pouco na pilha do jogo, mas não interferiu no resultado. Tivemos mais de 90 minutos para buscar o resultado. Naquele momento a confusão favoreceu mais o adversário porque a gente estava melhor na partida. Depois outra confusão, já depois do gol, teve o gesto ali do goleiro. Coisas da provocação, da rivalidade. Tem que tentar entender que a rivalidade fica dentro de campo. Acabou e cada um segue seus caminho na temporada.

Elenco fechado
– Não. A gente ainda busca possibilidades. Temos necessidades, carências, mas a cada partida com essa performance a gente fica mais confiante. Dentro dessa organização ainda precisamos de algumas coisas pontuais para poder competir bem durante toda temporada. A chegada do Felipe, agora vamos observar mais, o Pepê também que chegou depois. Vamos ter esse jogo de quarta-feira, devemos mandar uma equipe um pouco alternativa para tentar ter uma equipe aqui que se prepare melhor para estreia do Brasileiro. Mas quem jogar na quarta-feira tem responsabilidade de representar bem o time. Vai ser uma oportunidade para Osvaldo, Camutanga, jogadores que precisam de minutagem, e também alguns jogadores da base.

Reforços
– Não vejo necessidade de tantas contratações. A gente pensa em três ou quatro. Duas possibilidades de setor ofensivo, de mais um nove, um cara de lado. Caso aconteçam possibilidades, vamos estar atentos. Temos conversado sobre isso, sempre buscando elevar ainda mais o nosso nível. O Janderson, muito criticado, olha que partida fez hoje. Uma partida de muita entrega, competitividade e capacidade. Vamos tentar subir ainda mais esse nível técnico.

Avaliação de saídas e confusão com Ramos Mingo no Ba-Vi
– Eu falei que eles não precisavam fazer isso. Porque ele entrou na confusão com o goleiro Marcos Felipe. No momento do gol ele passou na frente do banco comemorando, batendo no peito. Coisa de clássico, rivalidade, ele tem o direito de comemorar. Mas a partir do momento que ele vem em direção ao banco e ao torcedor…ali aconteceu a confusão. Tinha acabado de fazer o gol, faltava um minuto para acabar, placar agregado de 3 a 1. Necessidade nenhuma. Mas é isso, é do jogo, faz parte. Isso não leva a nada. No calor da emoção foi difícil controlar. Um erro das duas partes. Vida que segue. Sobre saídas, a gente não pensa em possibilidades. Já demos uma filtrada. Talvez tenha mais uma saída de um volante. Mas isso agora vamos fazer uma avaliação com calma do que foi construído até aqui. Estamos contentes com o que o grupo entregou.

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Fonte: https://ge.globo.com/ba/futebol/times/vitoria/noticia/2025/03/23/carpini-diz-que-segue-otimista-com-ano-do-vitoria-e-explica-confusao-emocoes-a-flor-da-pele.ghtml


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